segunda-feira, 1 de outubro de 2007

OI, MEU NOME É JOSÉ

Qualquer pessoa que frequentava os bares do Bonfim ou hoje vá aos bares da Cidade Baixa, em Porto Alegre, conhece ele. Caso algum leitor não se enquadre nesse perfil, explico: ele é um vendedor de incensos que circula pelos bares, apresentando seu produto. É uruguaio (ou argentino, não sei) e não faz a mínima questão de falar português, mesmo estando aqui há pelo menos uns 25 anos. Não me lembro bem o que eu disse à ele há muitos anos atrás, com certeza algo nada gentil, que fez com que ele nunca mais chegasse perto de uma mesa onde eu estivesse nesses anos todos. Pois bem, nesse fim de semana "fizemos as pazes". Ele não só me ofereceu incenso, como botou um grudado no meu nariz pra eu sentir BEM o aroma. Blécs! Se tem uma coisa que eu não suporto é incenso, não importa a origem, o "blend", pra mim é tudo ruim e enjoativo igual. Nada como o tempo pra curar antigas mágoas. E nada como um bom analgésico pra curar minha dor de cabeça hoje, que eu aposto que é pelo incenso e não pelas cervejas que tomei.

3 comentários:

venuss disse...

bah, meu marido não pode ver esse cara. Há uns 200 anos alguém disse algo pra alguém, o tal do incenso não gostou e foi bem grosseiro no comentário. E eu não suporto incenso tb. Me deixa enjoada por uma semana qdo sinto esse cheiro, seja o tipo que for.

Anônimo disse...

Será que ele nos confunde? eu também tive um atrito com ele.
Então talvez eu também tenha feito as pazes?
Ah! Que bom, isso me incomoda a anos....ahan, até parece.
Beijocas e nada de incenso, também detesto.

Loja Pick Up disse...

Que bom que tenho filha pequena, que bom que faço mestrado, que bom que não sou nada noturna: assim fico beeem longe do vendedor de incensos.